Sobre o Cabbio About Cabbio Sobre Cabbio
A cooperação técnico-científica entre o Brasil e a Argentina foi construída ao longo de vários anos, sendo formalmente estruturada na década de 80. Nesse sentido, em novembro de 1985 realizou-se no Brasil, em Foz do Iguaçu (PR), o encontro “Brasileiro Argentino de Biotecnologia”, do qual participaram representantes governamentais, empresários e pesquisadores de ambos os países. No evento, reconheceu-se a importância da biotecnologia diante da revolução científico-tecnológica mundial, bem como a necessidade de criação de um organismo capaz de induzir o desenvolvimento econômico e social nesses países. Diante do interesse em incentivar empreendimentos binacionais em biotecnologia, e da perspectiva de novos mercados, a necessidade de integração de ações científico-tecnológicas e empresariais de ambos os países ficou evidente.
A partir daí, foram criados grupos de trabalho e mecanismos institucionais e financeiros, com o objetivo de fornecer subsídios aos governos e identificar ações conjuntas a serem implementadas. Na ocasião, a estrutura operacional necessária para iniciar as atividades de cooperação em biotecnologia foi desenhada. Em julho de 1986, firmou-se a “Ata de Integração Binacional”, assim como vários “Protocolos de Cooperação pelos Governos Brasileiro e Argentino”. Dentre eles, o Protocolo n° 9 – Biotecnologia e seus Anexos, dando origem ao Centro Brasileiro-Argentino de Biotecnologia (CBAB) ou Centro Argentino Brasileño de Biotecnologia (CABBIO).
A criação do Centro, integrando os pólos geradores de conhecimento e as competências existentes nos dois países, ocorreu com a missão central de promover a integração entre Universidades/Institutos de Pesquisa e Empresas, assim como o intercâmbio entre pesquisadores. Com isso, foi possível estimular a produção de bens e serviços, ampliar a base do conhecimento e a capacitação de recursos humanos, conforme as necessidades e prioridades estabelecidas para biotecnologia nos países envolvidos.
Ao longo do tempo, outros países da América Latina, como o Uruguai, a Colômbia e o Paraguai, uniram-se informalmente ao CABBIO, cooperando por meio da oferta de cursos ou participando de projetos de desenvolvimento científico e biotecnológico conjuntos. Nesse período, consolidou-se a parceria do Uruguai com o CABBIO, dando início a um longo processo de incorporação desse país ao Centro, por meio da discussão em torno da construção de um Memorando de Entendimento entre Brasil, Argentina e Uruguai.
No dia 17 de dezembro de 2020, ministros da Ciência e Tecnologia do Brasil e da Argentina e o ministro da Educação e Cultura do Uruguai assinaram o memorando de entendimento que estabelece a criação do Centro Latino-Americano de Biotecnologia (CABBIO). Para a criação do Centro, o memorando considerou a parceria estabelecida, desde 1986, entre Brasil e Argentina no Centro Argentino-Brasileiro de Biotecnologia, referência de cooperação bilateral. O memorando também previu o incentivo à participação do setor privado e o intercâmbio, com a participação de empresas de biotecnologia e equipes científicas e técnicas.
Posteriormente, no ano de 2022, a Colômbia formalizou ao Diretor Latino-Americano sua solicitação para ingressar no CABBIO como membro pleno. A adesão foi aprovada pelo Conselho Diretivo e o país passou a fazer parte oficialmente do Centro. Em 2025, Paraguai e Peru também tornaram-se membros plenos do CABBIO, ampliando ainda mais a representatividade e a integração regional.
Nesse contexto, o CABBIO vem construindo uma trajetória sólida de incentivo à pesquisa em biotecnologia. Anualmente, publica um calendário de cursos de curta duração, iniciativa que contribui para a formação de centenas de estudantes por ano. Desde sua criação, o Centro já capacitou mais de 6.000 alunos e, ao longo desse período, também apoiou cerca de 125 projetos conjuntos de desenvolvimento científico e biotecnológico, conduzidos por núcleos de pesquisa do Brasil, da Argentina e do Uruguai.
Centro Latino-Americano de Biotecnologia (CABBIO)
O Centro Latino-Americano de Biotecnologia (CABBIO) é um programa de integração regional que tem o objetivo de consolidar os laços de cooperação entre Argentina, Brasil, Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai, por meio da ampliação das bases de conhecimento, no âmbito da biotecnologia. Originou-se do Memorando de Entendimento (MdE) assinado entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação da República Argentina (MINCyT); o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação da República Federativa do Brasil (MCTI); e o Ministério da Educação e Cultura da República Oriental do Uruguai (MEC).
O Centro oficializou-se com o propósito de potencializar os recursos científico-tecnológicos da região, no âmbito da biotecnologia, com vistas a proporcionar uma maior independência tecnológica dos países membros. Para isso, está estruturado em polos geradores de conhecimento, os quais correspondem aos setores de pesquisa em biotecnologia das Partes. A infraestrutura existente em cada país é utilizada de forma a executar projetos conjuntos de pesquisa e desenvolvimento, formação e capacitação de recursos humanos e atividades conexas.
Da mesma forma, o CABBIO busca atender às necessidades acadêmicas ou industriais, complementarmente aos programas nacionais de biotecnologia, levando em consideração os interesses mútuos dos países envolvidos. Assim, investe no intercâmbio entre empresas de biotecnologia e equipes científico técnicas, com vistas a incentivar a participação do setor privado.
As atividades do Centro são induzidas por meio de chamadas públicas lançadas simultaneamente nos países membros. Essas convocatórias têm como objetivo a proposição de cursos e\ou projetos, cujas áreas prioritárias são definidas conjuntamente a cada ano e contemplam temas de diferentes setores da biotecnologia. Os critérios orientadores para a seleção das atividades são a qualidade acadêmica, o impacto social, a importância estratégica e o potencial para o desenvolvimento produtivo.
Estrutura orgânica do CABBIO:
O CABBIO possui uma estrutura institucional composta por três níveis, a saber:
Nível de Decisão Política:
Conselho Diretivo
Nível de Decisão Científico-Técnico:
Seções Nacionais de cada Parte, que por sua vez contarão com Comitês Assessores Nacionais
Nível de Gestão e Apoio:
Secretarias Técnicas
Conselho Diretivo:
Órgão máximo do CABBIO, composto por um representante de cada Parte; o Diretor Latino-Americano; e um representante de cada Seção Nacional (Diretores Nacionais, Vice-Diretor ou Diretor de Escola).
Diretores:
O Diretor Latino-Americano do Centro, os Diretores e Vice-Diretores Nacionais e os Diretores Escolares são cientistas de reconhecida trajetória, especialistas em temas de biotecnologia, com ampla visão da área e experiência em gestão científica e tecnológica.
Seções Nacionais:
Compostas por quatro integrantes: um Diretor Nacional; um Vice-Diretor Nacional; um Diretor da Escola Latino-Americana de Biotecnologia; e um representante da Parte, de natureza política institucional.
Comitê Assessor Nacional:
Composto por representantes dos setores de PD&I de cada país, designados pelas respectivas Seções Nacionais.
Secretarias Técnicas:
Funcionam na instituição responsável pela gestão do Centro em cada parte. No caso do Brasil, trata-se do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
Autoridades do CABBIO:
Diretora Latino-Americana – Maria Julia Pettinari
CABBIO Argentina
Maria Julia Pettinari – Diretora Nacional CABBIO Argentina
Eleonora Campos – Diretora da Escola CABBIO Argentina
Leonardo Curatti – Vice-diretor Nacional CABBIO Argentina
Gabriela Cecília Vacca– Secretaria Técnica Cabbio Argentina
CABBIO Brasil
Talita Miguel Marin – Diretora Nacional CABBIO Brasil
Thiago de Mello Moraes – Vice-diretor CABBIO Brasil e Representante Institucional
Marize Campos Valadares – Diretora da Escola CABBIO Brasil
Gianine Parizotto – Secretaria Técnica Cabbio Brasil
CABBIO Uruguai
Mariela Bollati – Diretora Nacional CABBIO Uruguai
Victoria Bonnecarrère – Diretora de Escola CABBIO Uruguai
Graciela Morelli – Representante institucional adjunta CABBIO Uruguai
Ana Laura Cabrio – Secretaria Técnica Cabbio Uruguai
Gonzalo Tancredi – Representantes Institucionais
CABBIO Colômbia
Claudia Marina Muñoz Diaz – Diretora Nacional CABBIO Colômbia;
Diana Milena Millán Cortés – Diretora da Escola CABBIO Colômbia;
CABBIO Paraguai
Paz Bareiro – Diretora Nacional CABBIO Paraguai
Zunilda Medina – Secretária Técnica CABBIO Paraguai
CABBIO Peru
Miguel Ayquipa – Director Nacional CABBIO Perú
Raquel Sotomayor – Secretaria Técnica CABBIO Perú
Sedes do CABBIO:
Argentina – Secretaría de Innovación, Ciencia y Tecnología (SICyT)
Brasil – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)
Colômbia – Ministerio de Ciencia, Tecnología e Innovación (MINCIENCIAS)
Paraguai – Consejo Nacional de Ciencia y Tecnología (CONACYT)
Peru – Consejo Nacional de Ciencia, Tecnología e Innovación (CONCYTEC)
Uruguai – Ministério da Educação e Cultura da República Oriental do Uruguai (MEC)
Esse texto é em Inglês.
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Esse texto é em Espanhol.
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